Exceto a eleição presidencial, vivemos no Rio de Janeiro, e nos estados do Brasil, uma eleição atípica, fria e com o eleitor desinteressado.
É óbvio que a corrupção enraizada em Brasília, ‘descondenado’ governando, ditadura de toga e as castas privilegiadas do judiciário com super salários e penduricalhos colaboram para a decepção e a falta de esperança do brasileiro.
Porém, nunca na história do Rio de Janeiro, o eleitor esteve tão distante das campanhas e os números se refletem nos quase 80%, caindo agora na reta final, que não sabem em quem votar para Governador do Estado, Senador e Deputados.
Ao mesmo tempo, temos a eleição mais importante da história, onde o eleitor pode, e deve, escolher mudar os rumos de um Estado violentado e sitiado, com candidato querendo ganhar no tapetão em conluio com as forças ocultas, hoje descaradas, da Justiça, leia-se STF e TSE, apadrinhados pelo Lula, pelo PT e pela esquerda, sob uma intervenção imposta a goela abaixo.
Numa eleição fria, atípica e com o eleitor desinteressado, perde-se o Rio de Janeiro, perde-se o Brasil e perde-se a democracia e ganham, aqueles e aquelas, que ideologicamente ou financeiramente, mobilizam e investem mais.






