O clima continua quente e de animosidade no PT do Rio de Janeiro, que está longe de caminhar unido nas eleições 2026.
O barraco mais recente envolve o Deputado Federal Lindbergh Farias, o ex-Deputado Marcelo Freixo e o Prefeito de Maricá, o polêmico Quaquá, que já protagonizou neste mesmo ano um recente escândalo ou, no mínimo um ‘Casos de Família’, se rebelando, na época, contra a candidatura de Benedita da Silva ao Senado.
Hoje, a baixaria que tomou as redes sociais, envolve o uso do número partidário 1313, que o Quaquá simplesmente outorgou ao seu filho, Presidente estadual do PT e candidato.
Lindbergh Farias e Marcelo Freixo caíram de pau, e lavação de roupa suja, nas redes sociais, atacando Quaquá e afirmando que o PT no Rio não é ‘capitania hereditária’, demonstrando claramente a insatisfação dos ‘companheiros’ com a decisão, segundo eles, unilateral, do Prefeito de Maricá.
Quaquá por sua vez, conhecido por não fugir a um embate, e a uma guerra, botou mais fogo na briga e confusão, ressuscitando vídeos que remetem a uma ‘traição’ política do Lindbergh Farias e do Marcelo Freixo, que na época da prisão do Lula, deram declarações abandonando o Presidente no meio do furacão do Mensalão e da Lava Jato ou simplesmente lavando as mãos e não entrando na defesa do líder da esquerda.
Parece que o ninho da esquerda está picado pela ‘cobra’ da vaidade e do poder






