A nova pesquisa Prefab Future sobre a disputa pela Presidência da República entre os eleitores do estado do Rio de Janeiro mostra um cenário de forte polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Embora os dois permaneçam em empate técnico dentro da margem de erro, Flávio aparece numericamente à frente pela primeira vez na série recente do instituto.
Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro registra 32,8% das intenções de voto, enquanto Lula soma 31,9%. Na pesquisa anterior, realizada em junho, o cenário era praticamente inverso: Lula tinha 31,9% e Flávio Bolsonaro aparecia com 31,8%.
Na sequência surgem Ronaldo Caiado (2,3%), Renan Santos (1,8%), Romeu Zema (1,6%), Joaquim Barbosa (1,5%), Augusto Cury (1,2%), Cabo Daciolo (1,0%), Samara Martins (0,8%), Edmilson Costa (0,3%) e Hertz Dias (0,2%).
O levantamento aponta ainda que 14,3% dos entrevistados disseram não saber ou permanecem indecisos, enquanto 10,3% afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto.
Rejeição liderada por Lula
A pesquisa também mediu a rejeição aos pré-candidatos. Quando perguntados em quem jamais votariam para presidente, 44,7% dos entrevistados citaram Lula, que lidera esse indicador. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 31,7%.
Os demais índices de rejeição foram: Cabo Daciolo (1,8%), Ronaldo Caiado (1,2%), Romeu Zema (1,2%), Renan Santos (1,0%), Joaquim Barbosa (0,9%), Samara Martins (0,8%), Augusto Cury (0,6%) e Edmilson Costa e Hertz Dias (0,4% cada). Outros 11,3% disseram não saber responder e 4% afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados.
Para Mario Marques, fundador da Prefab Future, a disputa segue extremamente equilibrada.
“São muitos acontecimentos que regem o humor do eleitorado na disputa presidencial, que, em nível nacional, será voto a voto e, no Rio, por enquanto, segue assim também há duas sondagens Prefab”, afirmou.
Avaliação do governo Lula
Segundo a pesquisa, 54,4% desaprovam a administração do presidente Lula, enquanto 32,5% aprovam sua gestão. Outros 13,1% disseram não saber avaliar.
Fonte: Agenda do Poder






