Mais um pleito eleitoral se aproxima e vemos no cenário político uma repetição das mesmas histórias, casos, discussões e euforia, além do oba oba circense.
Alguns nomes novos, outros nem tanto, alguns personagens de mídia que são verdadeiros digitais influencers, outros personagens midiáticos com candidaturas fabricadas por padrinhos mais sujos que pau de galinheiro, e assim, vamos chegando nas eleições 2026.
Sem falar nos comentaristas e ‘achistas’ de whatsapp, que sendo cabos eleitorais, analisam cegamente um cenário corrompido pelas suas preferências e visão de bolha.
Por mais que o fator redes sociais e uma boa comunicação importe, ainda se ganha uma eleição, ou algumas, com grupo forte, coeso, unido, boa articulação política e trabalho.
O oba oba e o frenesi de um nome aqui ou acolá não perduram e muitas vezes, não sustentam uma campanha.
No decorrer da disputa, verdades aparecem, bem como mentiras, hoje chamada de fake news, e alianças espúrias são desmascaradas, destruindo portanto imagens frágeis, pautadas apenas na tela ou na impressão popular da emoção e da velha mania da população em querer achar, um dia, um salvador ou uma salvadora da pátria.
Caminhamos para uma eleição mais polarizada que em 2018, onde Direita x Esquerda definirão resultados. O povo, principalmente da Região dos Lagos e do Rio de Janeiro, não aceitaram nomes em cima do muro ou que finjam ser isentos ou independentes, sem ser.
Com quem estão e com quem caminharão conta muito e pode dar ou tirar votos.
Numa época onde o ‘novo’, em muitos casos, já provou ser mais velho que as raposas velhas da política, vencerá quem conseguir manter ou formar um grupo sólido, que agregue, some, amplie votos e quem tiver poder de articulação, além de currículo e legado.






