Não se trata apenas de ano eleitoral ou de eleições, mas de uma realidade nacional, estadual, regional e municipal, e de certa forma, atemporal, por mais que nesse período seja mais acentuado.
Gente, leia-se políticos e empresários, compram tudo, menos talento.
Eles compram pessoas; os chamados cabos-eleitorais; e alguns ‘ profissionais’; mesmo que nem tão profissionais assim; compram rádios e tvs, copiam e plageiam, compram sites, páginas e blogs, compram barulho, compram tretas e confusões, compram espaços, compram eventos e shows, compram igrejas e denominações inteiras, compram audiência; haja visto os seguidores comprados e visualizações Fake; compram até consciências, mas não compram talento, compram visibilidade, mas não compram credibilidade.
Eles se acham suprassumos e detentores de todo poder pelo dinheiro que têm, e nisso, se sentem profissionais formados em diversas áreas de atuação, exatamente por se sentirem ‘ bons’ ou ‘ fodas’ o suficiente para dar conta de tudo e mais um pouco.
Acostumados com bajuladores de plantão, e mimados em sua redoma e no seu ego, ancorados em suas fortunas e deitados em seus berços de ouro e muita grana, arrotam moralidade, verdade e honestidade, porém são apenas mais do mesmo, talvez até piores do que quem atacam ou dizem atacar.
No fundo, sabem que não possuem talento algum, para nada, e se sustentam comprando tudo e a todos, para impor uma falsa sensação de controle e talento, que inexiste e sempre lhes faltou.
Não são jornalistas, não são empresários, não são políticos, não são pastores ou líderes espirituais, não são da comunicação, não são gestores ou administradores, não são profissionais, não são nada e nem serão.
São apenas seres frustrados, sem talento, porém endinheirados.
Tem gente que tem talento, esses só tem dinheiro!






