O município de Saquarema teve, segundo o IBGE, o maior Produto Interno Bruto ( PIB) per capita do Brasil em 2023, mesmo assim, com os cofres abarrotados de royalties do petróleo, a renda dos moradores é baixa e enfrentam por lá a falta de saneamento básico, diversas ruas sem asfalto e o drama do subemprego.
A realidade, bem diferente do amplamente divulgado e difundido pela mídia amiga dos Peres, é contrastante e a conta não fecha para uma Saquarema bilionária e um povo pobre vivendo de subemprego.
De acordo com o arrecadado, a renda per capita em Saquarema é de R$ 722.441,52 no ano por habitante, mas, a realidade dura e desigual por lá é, na casa de um rendimento médio dos moradores, de apenas R$ 2.310,00 por mês, pelo Censo 2022, o que soma menos de R$ 28 mil em um ano, valor muito menor que os quase R$ 723 mil do PIB.
Saquarema, mesmo sendo uma das cidades que mais recebem royalties no Brasil, apresenta um rendimento médio real por morador abaixo do Estado do Rio de Janeiro e do próprio país.
Saquarema está abaixo da média, talvez menos para a família Peres, a parentada, a Lucimar Vidal, atual Prefeita funcionária da Manoela Peres, os Vereadores e amigos muito próximos.
Já entre os moradores, há queixas sobre prioridades públicas, o crescimento desordenado, diversas ruas e bairros sem asfalto, falta de profissionais para botar para funcionar, decentemente, novas unidades de educação e saúde, e a precariedade no saneamento básico.
O subemprego também é a realidade da Saquarema dos Peres que ninguém mostra, ou ousa falar, exceto os moradores que estão cansados.
Segundo moradores, há poucos empregos e boa parte deles são na informalidade.





