Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostraram que o estado do Rio de Janeiro registrou, no ano passado, uma média de um caso de estelionato a cada quatro minutos. O levantamento também aponta que o Rio está entre os três estados do país — ao lado de Ceará e São Paulo — que ainda não diferenciam as modalidades presencial e digital desse crime.
Segundo especialistas, a falta dessa tipificação pode dificultar o combate ao crime e a elaboração de políticas públicas mais eficazes.
Golpes mais comuns
O Instituto de Segurança Pública (ISP) informou que os dados encaminhados ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública incluem todas as ocorrências de estelionato, além de informações sobre o local do fato, o que permite identificar os casos praticados em ambiente virtual.
As estratégias mais utilizadas pelos criminosos nesses casos incluem clonagem ou troca de cartão; golpe do WhatsApp; falsa central bancária e golpe do Pix.
De acordo com a Polícia Civil, existe um trabalho contínuo para aperfeiçoar os sistemas e adequar os registros criminais às novas dinâmicas da criminalidade. A instituição aifrmou ainda que a classificação específica dos estelionatos praticados por meios eletrônicos está em processo de implementação.
Com informações do portal “g1”.
