O município de Cabo Frio, amplamente conhecido por escândalos em esquemas como pirâmide e casos emblemáticos como o ‘ Faraó dos Bitcoins’, agora têm chamado atenção com lojas e comércios de fachada, de acordo com denúncias e investigações, operando para lavagem de dinheiro.
Recentemente foi matéria no jornal O Globo sobre um ‘ restaurante bar’ de Cabo Frio que têm expandido seus negócios para outros municípios da Região dos Lagos, onde segundo denúncias, a casa ‘próspera’ e hoje ‘ franqueada’, seria canal de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas.
Segundo apuramos, existem várias investigações em sigilo de justiça acontecendo, rastreando e monitorando a rota do dinheiro usado para lavagem, na maioria das vezes ligados ao tráfico de drogas, bem como todos os envolvidos.
Não são apenas restaurantes e bares que estão no esquema, segundo soubemos concessionárias da cidade de Cabo Frio e da Região também estão no radar da Polícia e da Justiça.
Algumas concessionárias com donos e proprietários da Baixada Fluminense já estão sendo monitoradas de lá, mesmo que algumas ao se instalar por Cabo Frio ou São Pedro da Aldeia, mudaram de nome, por algumas vezes já, endereço, passando pelo Braga e Avenida América Central, por exemplo, e até alteraram o quadro societário para despistar as investigações.
Alguns pseudo empresários, para a Justiça criminosos e bandidos disfarçados, vieram para Cabo Frio para fugirem da capital e poderem operar e lavar o dinheiro do tráfico de drogas com maior tranquilidade, cooptando laranjas para o esquema, posando, em alguns casos, de cidadãos de bem, geralmente ligados a alguma igreja evangélica, andando com carrões, normalmente enrolados em esquemas de quitação futura ou clonados, morando em coberturas e dando a aparência, mesmo que em discrição, de empresários e empresárias bem sucedidos.
E segundo as investigações da Justiça são mesmo, bem sucedidos no crime lavando dinheiro para o tráfico de drogas.






